Rosa-do-deserto – Adenium

A Rosa-do-deserto é uma planta oriunda do oriente médio, e que vem sendo cada vez mais encontrada no Brasil.

Por ser uma planta mais próxima aos cactos, não requer muita água. Existem muitas cores e tipos de flores, mas as mais comuns são as flores rosadas.

O aspecto mais evidente na planta é seu caule “gordo” na base, que na realidade serve para concentrar água e nutrientes para a planta.

Suas peculiaridades fazem com que ela seja muito procurada para fazer bonsais também, criando formatos que recordam miniaturas de árvores, muito ornamentais. Se plantadas na terra podem chegar a até 2 metros de altura.

Cultivo

Possui um crescimento demorado e suporta ambientes de baixa umidade e locais de alta luminosidade. Deixe a planta em local iluminado, mas evitando ao máximo o sol direto, que pode provocar queimaduras nas folhas.

Deixe a terra secar bastante entre as regas em ambientes menos luminosos; regas em excesso podem ocasionar o amarelamento das folhas. Diminua as regas ainda mais durante o inverno. Na verdade, a planta forma umas “batatas” junto às raízes, o que auxilia a armazenagem de água por ela.

Lave as folhas com a ajuda de uma mangueira, para que suas folhas se preservem brilhosas e limpas. Retire as folhas e ramos mortos periodicamente. O melhor solo para ela é o bem drenado e com boa quantidade de matéria orgânica.

Como Reproduzir A Planta?

Sua reprodução é feita por sementes, por divisão de touceiras, ou por estacas de suas folhas (cortando na base da planta). Apesar de muito prática o método de estacas, o enraizamento leva muito tempo, tomando de 6 a 8 meses.

Tendência Nacional

A rosa do deserto vem se tornando uma das plantas mais queridas para o uso em ambientes domésticos, pois ela suporta condições tropicais de alta luminosidade, e possui floradas exuberantes.

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